A Neblina do Tejo com The Order: 1886

1625Numa sexta-feira, com a marginal do Tejo a fazer mini ondas dos barcos e das gaivotas, a zona do Cais do Sodré transformou-se em Londres de 1886. Tudo num universo alternativo. Tudo por culpa da apresentação de The Order: 1886. O novo jogo sensação da produtora Ready at Dawn, pelas mãos da apresentaçao do CTO Andrea Pessino, um tipo com ar de durão mas tão amistosos como os melhores, pareceu ainda melhor do que antes. O cenário do armazém-bar onde se fazia a amostra ao público-imprensa português tinha, como trunfo final, uma porta no chão que dava para uma cave onde, à partida, disse um dos organizadores, se poderia achar que estavam “os corpos escondidos”. Mas não. Era uma cave com vinhos, paredes de barro, velas e as station para jogar a demo de The Order: 1886. Um mimo para jogarmos no ambiente certo o jogo que é a simbiose perfeita entre gameplay e cinema, numa linha temporal alternativa onde uma Ordem fundada pelo Rei Artur protege a raça humana da ascensão de uma raça de lobisomens, chamados Half-Breeds, que em pleno final do séc. XIX, com a evolução tecnológica da Revolução Industrial, se encontram mais fortes que nunca para destronar a humanidade do seu pódio superior.
As vozes portuguesas do jogo também marcaram presença. Ru Weerasuriy, o CEO, chegou ainda para dividir as entrevistas com o parceiro Andrea. Falámos com Andrea diversas vezes. Entre um aperto de mão, “à civil”, no início, um café lá fora, e a entrevista propriamente dita, soubemos que a sua vontade era criar uma cama grande e bem composta para o universo de The Order: 1886 expandir. A começar pelos adereços, nós dizemos: ok! Fazem muito bem!

Autor: Gonçalo Perestrelo

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