Análise: Diablo 3: Rise of the Necromancer

Lembro-me que quando mergulhei no vício dos Role Playing Games (RPG), em nada se pareciam ao que temos hoje, no entanto, já existiam títulos que chamavam a atenção. Um deles era o grandioso jogo da Blizzard, de seu nome Diablo. Se já nessa altura sabíamos que tudo o que a Blizzard tocava se transformava em ouro, com a chegada de Diablo 2 em 2000, foi como um virar de página no mundo dos RPG.

E esta introdução serve um pouco para entrarmos em Diablo 2 e mais precisamente numa classe que era das preferidas dos vários fãs do jogo. Trata-se como é óbvio do Necromancer. Pois bem, quando saiu Diablo 3, para grande tristeza dos jogadores, não existia a classe Necromancer. Algo que se alterou desde o dia 27 de junho, quando a Blizzard lançou um DLC para o PC, Xbox One e PlayStation 4, chamado Rise of the Necromancer e que nos trás justamente esta classe tão desejada.

Mas será que a espera de 5 anos valeu a pena?

Quem decidir comprar este DLC terá a oportunidade de jogar tanto com a versão feminina como a masculina do Necromancer. Além disso, também recebem alguns itens: o primeiro dele é um novo pet, com o nome de Half-formed Golem; recebem também as Wings of the Crypt Guardian – apenas um acessório visual, em forma de asas, porém com um efeito visual bastante vistoso. Terão também direito a um retrato; efeitos para a bandeira; e por último dois novos espaços para personagens. Os jogadores de PC recebem ainda duas abas extras no inventário.

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Quanto ao nosso Necromancer, é tudo o que podíamos desejar. Para começar, e sendo este o único conteúdo deste DLC, era importantíssimo que fosse divertido jogar a classe em questão. E na verdade, é, e muito. A aparência das skills está fenomenal, com grandes efeitos e iluminações que nos deixam pasmados. Conseguimos mesmo, por vezes, combos de nos deixarem verdadeiramente empolgados, quando temos uma quantidade enorme de inimigos à nossa volta.

Muitas das skills como já se seria de esperar, foram inspiradas no Necromancer de Diablo II (e bem). Temos skills onde podemos invocar os inimigos que acabámos de matar; skills onde invocamos bruxos para atacar os inimigos; exércitos de esqueletos que andam sempre à procura de inimigos para os trucidar; e claro, invocar um goblin que em muito nos ajuda a eliminar tudo o que nos apareça à frente. Mas não é tudo, podem ainda explodir os corpos dos inimigos que estão mortos e a todos os que estiverem por perto. Isto é apenas um cheirinho de tudo aquilo que podem experienciar com esta fantástica classe.

Com a chegada de Rise of the Necromancer chegou também o patch 2.6, totalmente grátis para todos os jogadores. Trás alguns novos conteúdos como os Challenge Rifts, onde todas as semanas será disponibilizado um novo rift, para que os jogadores possam mostrar todas as suas habilidades e competir por obter um melhor ranking no processo. Duas novas áreas do jogo estão incluídas: The Shrouded Moors e Temple of the Firstborn e estarão disponíveis logo no Act II. Como última novidade temos Realms of Fate, que podemos encontrar no Act IV e são locais completamente aleatórios, nos quais teremos oportunidade de entrar, matar inúmeros monstros e claro, obter imensos itens.

Relativamente ao preço, pode-se dizer que é exagerado para o conteúdo que Rise of the Necromancer nos oferece. Mas acredito que os fãs de Diablo não deixarão de o adquirir, visto que a classe de Necromancer sempre foi uma das mais desejadas em Diablo III. A mim, como fã de Diablo, chegou para me deixar novamente entusiasmado. Sendo assim, encontramo-nos novamente no Santuário.

 

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