Análise: Everybody’s Golf

O golfe não é para toda a gente, isso é um facto. É um desporto que não se pode replicar num terraço, num pátio, o máximo é mesmo o mini golfe, mas a intenção deste jogo é que seja para toda a gente, nem que seja de forma virtual. Everybody’s Golf da Clap Hanz tenta precisamente agradar a gregos e a troianos. Primeiro, porque de alguma forma tenta ser um MMO, onde temos um mundo aberto para explorar, NPCS com quem falar e travar diálogos, e muitas coisas para conquistar e desbloquear.

Antes de irmos até à jogabilidade das partidas de golf, falar um bocadinho desta ideia de MMO, a verdade é que facilmente através dos gráficos apresentados e do ar meio nipónico, podemos achar que estamos no meio de um jogo da Nintendo, onde os nossos mii’s andam de um lado para o outro a fazer a sua vida e a tentar ser o maior golfista do mundo, mas a verdade é que estamos num jogo para a PlayStation, que aliás já atravessou todas as gerações de consolas da Sony. Vamos ter então uma ilha do golfe para desbravar com os torneios online contra outros jogadores de todo o mundo, temos os torneios offline contra o computador e temos partidas especiais que desbloqueamos conforme progredimos, chamadas de VS, onde defrontamos uma espécie de Boss para desbloquear campos, ou até a possibilidade de conduzir um carro de golfe.

Passemos então à jogabilidade, as tacadas continuam a funcionar em 3 tempos, pressionamos o X para iniciar o movimento, depois o segundo define a força e o terceiro a precisão do impacto na bola. Depois continuamos a poder adaptar a tacada perante o vendo e o relevo com o d-pad. Simples não é?!

Quanto ao modo multijogador online, o único disponível é o Turf War, basicamente os jogadores são divididos em duas equipas que têm como objectivo conquistar diferentes buracos do campo ao obter a melhor pontuação possível. A equipa que conquistar mais buracos antes do tempo terminar é a vencedora.

É verdade que Everybody’s Golf, até os que acham que o desporto é chato, mas é divertido neste jogo para a PlayStation 4. Mecânicas simples, modo de progressão interessante, com uma cenoura à frente para corrermos atrás, e o suficiente para entreter durante um bom tempo.

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