Análise: Tekken 7

Clã Mishima…. Uma família bastante problemática em que a solução poderá passar por chamar um “exorcista”, e em Tekken 7 contamos com uma cara bastante conhecida de outro mundo dos video-jogos e o seu nome é Akuma, o maquiavélico lutador de Street Fighter. Pois é, esta é a principal novidade no recém-lançado jogo da saga Tekken.

Para quem ainda não teve a oportunidade de jogar Tekken 7 e está a pensar “Será que fica interessante uma personagem de outro jogo envolvido nesta história tão emblemática?” posso dizer que adorei como encaixaram Akuma na história da família Mishima. É claro que não passa de uma personagem secundária mas enriquece bastante a história.

Falando no modo história ou Mishima’s Saga, a história de Tekken 7 não trazer nenhuma novidade propriamente dita porque conta a história de Heihachi, Kazuya e Jin Kazama, desde o inicio, isto é desde que Heihachi Mishima e Kazumi se conheceram e resultou o filho de ambos, Kazuya Mishima até ao grande desfecho que vos aguarda e que poderão ver quando chegarem ao fim deste modo. Neste Tekken a história é narrada por um jornalista que quis conhecer a história deste clã.

Para quem nunca jogou nenhum jogo desta franquia e é adepto de jogos de combate, Tekken 7 é um grande jogo e não vão sentir que perderam grande parte deste enredo. Para quem acompanha os jogos desta saga, este complementa a história dos jogos passados e alguns dos momentos memoráveis são mostrados novamente, nomeadamente o combate entre Heihachi e Kazuya em Hon-Maru de Tekken 4.

Também vais poder contar com o modo Arcade e o Treasure Mode. O segundo modo mencionado é um modo offline e que lutas contra personagens editadas por outros jogadores e por cada luta ganha, desbloqueias items para costumizar os teus lutadores. Os items desbloqueados podem ser para um lutador especifico ou então para todos. Em ambos os modos ganhas dinheiro para comprares esses items e material artístico de todos os jogos da franquia.

No que toca a grafismo, Tekken 7 conta com uma qualidade gráfica de se tirar o chapéu, mas neste ponto existe algo que podia estar melhorado que vou passar a explicar. Durante a Mishima’s Saga contamos com três tipos de grafismos, durante a narrativa vemos uns gráficos como se de uma pintura se tratasse, nas cutscenes com uns gráficos brutais e mais realistas e depois o que me fez mais “comichão” foi a passagem deste para o combate em sim. Porque como se espera os gráficos “in game” não têm a mesma qualidade das cutscenes e fica uma passagem bastante contrastante.

a jogabilidade está impecável, como todos os outros jogos da franquia Tekken mas com um upgrade de peso, o Unreal Engine 4 traz a este jogo uma realidade melhorada. Movimentos fluidos bastante dinâmicos e com uma resposta super precisa sem falhas. Nos movimentos continuamos a contar com uma lista de combinações e truques vastíssima.

Vais poder contar também com uma grande lista de personagens, mais especificamente mais de 35 personagens jogáveis. Dentro deste leque de lutadores temos  9 caras novas e um convidado especial que são:

  • Akuma (personagem “convidada”);
  • Gigas;
  • Claudio;
  • Kazumi;
  • Jack 7;
  • Josie;
  • Katarina;
  • Master Raven;
  • Shaheen;
  • Lucky Chloe.

Veredicto final, Tekken 7 é um jogo para se adquirir. Contempla toda a essência que marca Tekken nos tem vindo a presentear, um título cheio de acção e com uma lista vasta de lutadores. Se não bastasse isto tudo somos brindados com uma cereja no topo do bolo, Akuma um “forasteiro” de Street Figther que entra bastante bem na Mishima’s Saga.

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Comments (1)

  • sergio
    Junho 14, 2017 at 7:52 am
    um regresso em grande forma.... temos o injustice e agora Tekken....que luta!!!!

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