Muitos de vocês, tal como eu, devem ter crescido a jogar diversos jogos de uma das empresas de videojogos mais conhecidas do mundo: a Blizzard. E para quem anda nisto há mais tempo, é impossível dissociar a Blizzard do Diablo, do Starcraft e do Warcraft. Jogos que na década de 90 fizeram as delícias dos jogadores do PC. Ao longo dos anos, todos esses jogos tiveram sequelas, e até serviram para criar outros, como é o caso de World of Warcraft, que usando o universo do Warcraft (um RTS), criou o MMORPG mais conhecido do mundo.

Em 2012 foi a vez de Diablo receber a sua terceira sequela, um jogo muito esperado pelos jogadores, tornado-se logo nas primeiras 24 horas o jogo mais vendido de sempre da Blizzard, com 3,5 milhões de copias vendidas. Além desse recorde, Diablo 3 é também o décimo jogo mais vendido de sempre com cerca de 30 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. O que demonstra bem toda a qualidade que podemos encontrar neste RPG cheio de acção.

Além da versão PC, o jogo foi lançado anos mais tarde para PlayStation 4 e Xbox One, sendo também muito bem recebido pela a maioria dos jogadores; chega agora a vez da nova consola da Nintendo receber o seu primeiro jogo da Blizzard, e claro que esse teria de ser Diablo 3: Eternal Collection. Neste jogo, os jogadores terão acesso a todos os conteúdos lançados até hoje, quer a expansão Reaper of Souls, quer o DLC Rise of the Necromancer.

Diablo 3: Eternal Collection – Gameplay – Nintendo Switch

Ontem tive a oportunidade, a convite da Ecoplay, de testar em primeira mão o jogo na Nintendo Switch. Foi possível testá-lo com a consola na dock, assim como na sua versão portátil, além disso, também pude experimentar o jogo tanto em singleplayer como na versão multiplayer local. A primeira impressão que temos no jogo é de tudo se encontrar extremamente fluido, isto tanto em dock como em modo portátil. Além dessa fluidez incrível (sem breaks, nem lags, no caso do multiplayer), algo que também salta à vista são os tempos de loading, que também se apresentam rápidos, de modo a que a acção esteja sempre presente.

Embora eu seja um pouco suspeito, visto que sou um grande fã de Diablo, a verdade é que mesmo para os jogadores que já o jogaram em qualquer outra plataforma, quase que aposto que quando tiverem oportunidade de voltar a jogar na versão da Nintendo Switch, ficarão pasmados e perder-se-ão novamente no tempo a explorar, a desenvolver os personagens, e a fazer outra vez todas as missões. A verdade é que o tempo que estive com o jogo na mão passou a correr, ficando com aquela sensação de querer mais, e ansioso que chegue dia 2 de Novembro.

Se nos virarmos para a componente gráfica, esta também está impecável, seja em dock ou no modo portátil. Tudo está bastante detalhado. As texturas estão muito boas, as cutscenes também apresentam uma excelente qualidade, e as skills vão igualmente pelo menos caminho: bastante detalhadas e com aqueles efeitos incríveis a que Diablo 3 nos habituou. É verdadeiramente incrível como o jogo conseguiu ser transportado para a Nintendo Switch com todos estes detalhes e pormenores que só podíamos encontrar no PC e nas outras consolas.

Em termos de jogabilidade tudo funciona bem, obviamente que se estavam habituados a jogar com rato e teclado – como eu –, demoram alguns minutos a decorarem os botões das diversas skills e das poções, no entanto, depois de tudo absorvido, é sempre a limpar. A maneira como podemos alterar o nosso equipamento, aprender as novas skills, e ver as quests activas, está tudo bastante intuitivo, bastando carregar no botão + da Nintendo Switch.

Para primeiras impressões, o jogo deixou-me mesmo bastante impressionado, obviamente que quando tivermos a versão final na mão e conseguirmos testar tudo podemos tirar uma conclusão mais concreta e correcta, mas por agora, fica aquele gostinho de tudo ter sido transportado para a consola da Nintendo de uma maneira fantástica. Eu fiquei rendido, e dia 2 de Novembro podemos tirar todas as conclusões.

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Categories Antevisões Nintendo
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