Corremos tudo à pazada, e gostámos!

A arma faz o herói, e neste caso como o nome indica a arma na realidade é uma com a qual teremos de derrotar outros guerreiros também eles com as suas peculiaridades.

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O jogo conta a aventura de um guerreiro que perdeu a sua amada e tenta agora recuperá-la. Ele e a sua fiel pá! Ou seja a história acaba por ser das mais banais de sempre, busca e salvamento. Mas o divertimento que tiramos do jogo esse é daquele que não sentimos há muito!

Shovelknight foi um dos indies do ano passado muito pela sua originalidade como pela sua parecença e jogabilidade old school, e acreditem a jogabilidade é mesmo old school, lembram-se de jogar Metroid ou Megaman? Pois aqui irão lembrar-se perfeitamente desses tempos, o jogo, é um pouco ao estilo de Metroid, com dezenas de cenários exploráveis, e difícil, muitas vezes ao estilo de Megaman original. O mapa de cenário é quase retirado originalmente de Mario. E isso, esse viajar no tempo numa consola de nova geração, com gráficos “16bit HD”, é algo fenomenal!

Já que falamos dos gráficos temos de falar da cor e beleza dos mesmos, apesar de ser uma espécie de ode aos videojogos de antigamente, os gráficos não foram descorados e encontramos todos os pormenores esperados, e não um aglomerado de pixels que chamamos herói. A armadura brilha, as outras personagens tem expressões, os inimigos tem animações próprias que os identificam facilmente.

Como qualquer jogo oldschool os controles são simples, o que num jogo deste género por vezes complica, mas nada há nada mais satisfatório que eliminar mais um inimigo claramente mais forte que nós! Os power ups são variados, e em quase todos os níveis podemos encontrar um novo, a escolha dos mesmos faz-se com a utilização do Gamepad, através de um simples toque. Isto se não o quisermos usar como ecrã principal, como acontece quando alguém quer utilizar o ecrã grande da sala. Wii U mais uma vez a salvar um serão no sofá!

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O jogo funciona por check points, funciona por perder alguns dos tesouros que encontramos ao longo do nível e recomeçar desse check point e recuperar o que perdemos onde os perdemos… E vamos recuperar muitas vezes e perder de novo.

Os áudios são simples como estamos habituados neste tipo de jogos, e as melodias podem ser desbloqueadas para ouvir mais tarde, encontrando no jogo uma pauta com música e entregando ao cantor lírico da aldeia, uma espécie de hub do jogo, ai podemos também investir em mana extra ou “HP” extra para nos ajudar nas difíceis provas que iremos encontrar.

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Um jogo difícil, o que pode aumentar a longevidade do mesmo, ou se não tiverem paciência para tentar uma e outra vez, pode durar muito pouco devido a dificuldade do mesmo.

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