Destiny 2.0 – O que sabemos

Ora bem com o último stream via Twitch por parte da Bungie para revelar mais alguns pormenores de The Taken King, chegou a hora de fazermos um “wrap it up” de tudo o que foi mostrado.

Comecemos pela novidade em relação ao Court of Oryx, zona que se situa no Hall of Souls na Dreadnaught, a mega nave de Oryx.

Ao fazerem Patrol na Dreadnaught, num dos anéis de Saturno, vão encontrar uma área bastante ampla onde muitas vezes vão encontrar batalhas campais, como as que acontecem no Skywatch a acontecerem de forma random, se virarem à direita e percorrerem algumas pequenas áreas vão chegar a este Court of Oryx. Aqui vão encontrar uma espécie de Shrine onde podem depositar as vossas Runes para activar um Public Event com um ou vários Bosses. As Runes são ganhas de várias formas, ao que tudo indica, Nightfall, Raids e talvez a própria Eris as venda, e estão divididas por níveis, umas dão acesso ao chamado Tier 1, as mais comuns, as mais raras ao Tier 3 do Court of Oryx. As de Tier 2 são carregadas com as de recompensa da Tier 1, isto é, têm que obrigatoriamente jogar os Public Events de Tier 1 para ver se vos sai o material que precisam para carregar as de Tier 2.

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Os inimigos de Tier 1 são de nivel 36, os de Tier 2 são de 41 e os de Tier 3 não foram desvendados ainda, mas em todos eles os Bosses variam, isto é, nunca jogarão contra o mesmo Boss em Public Events seguidos, e cada um deles tem uma técnica própria que deve ser aplicada para os derrotar.

Por exemplo para derrotar o Knight Major/Ultra chamado Vorlog teremos que mudar os elementos das nossas armas conforme o escudo que utilizar, como acontecia no Boss do Prison of Elders, o Cabal Valus Tra’ug.

Dizer ainda que no Court of Oryx as recompensas são diferenciadas, tanto para o portador da Rune que fez com que o Public Event começasse quer pelo nível das Tier’s, no entanto podem levar dois amigos convosco na Fireteam e podem contar com mais 6 a ajudar-vos em cada Public Event se estiverem pela mesma zona.

Por aquilo a que assistimos ficámos com a noção que os dois primeiros Tier’s destes Public Events podiam ser relativamente fáceis para uma Fireteam de 3 com material de jeito, mas que o Tier 3 vai ser preciso bastante mais gente, até porque o espaço é diminuto em relação à área do POE e portanto vamos levar muito porrada à mistura. Quanto às recompensas quem colocou a Rune para abrir o Public Event recebeu, por exemplo, no Tier 2, um Ghost Shell, sim agora poderemos ter o nosso Ghost de várias cores, mas mais importante do que isso com Perk’s, como por exemplo o Perk de encontrar materiais ou artefactos.

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É claro que aquilo que fez mais furor nesta apresentação foi o facto de os nossos Guardiões poderem usar espadas como armas, e não espadas que surgem na zona ou que algum inimigo deixe cair, mas sim uma arma mesmo, com Perk’s e até Exóticas. Vimos a ser utilizada a Raze-Lighter, uma espada considerada como Heavy Weapon, exótica e Solar Damage, e vimos que de facto pode ser devastadora.

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Passando para os Strikes, para já todos vão começar no nível Normal a 36 e no Hard a 40, o Strike que foi apresentado foi o Shield Brothers, onde alguns Generais Cabal decidiram invadir a Dreadnaught para dar cabo dos Taken, o que nos deixa numa óptima posição para dar cabo dos dois no fundo.

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Somos assim enviados à Dreadnaught para os apanhar aos dois, no entanto os Cabal já começaram a sua guerra contra os Taken e portanto toda a gente já está em estado de alerta e nós vamos ter vários inimigos para derrotar até chegar a eles.

Agora nos Strikes os inimigos não vão aparecer sempre no mesmo sítio ou da mesma maneira, essa foi uma das premissas da Bungie em relação aos Strikes para que houvesse uma maior variedade, e isso nota-se quando encontrarem o primeiro mini-boss, uma espécie de Wolf Walker num espaço mais pequeno e com vários inimigos a surgirem de vários locais.

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Depois disso e de algumas lutas por outras tantas áreas, chegaremos ao primeiro Boss, Valus Mau’ual, típico Boss Cabal, com Jetpack aos saltos com um escudo tramado e difícil de fazer dano. Conseguindo sacar-lhe o escudo e fazendo algum dano, ele chama os “amigos” e foge. No entanto vem o seu irmão de armas, Valus Tlu’urn, uma espécie de Cabal Boomer, com os movimentos muito mais presos, mas com um range de ataque muito superior e devastador, ele acabará por fugir também. Mas calma eles logo de seguida vêm os dois com escudos diferentes e uns truques novos que não vamos desvendar para deixar algo para fazer.

É claro que nestas transmissões nem tudo ficou claro, o processo de Light e Damage ter sido reformulado ainda é um pequeno mistério, sabemos que o Light Level não será apenas o único indicador, mas não sabemos ao certo como isso vai ser balanceado entre pares, de como as armas exóticas vão fazer a sua passagem para o segundo ano, tendo apenas a noção de que a Ice Breaker e a Gjallarhorn passarão a ser inóquas e que algumas delas nem farão essa passagem como a MIDA Multi Tool ou a No Time To Explain.

Quanto ao Raid que toda a gente quer nesta expansão, já foi confirmado, chamar-se-à King’s Fall, sairá 3 dias depois da expansão, isto é a 18 de Setembro e terá mais plataformas ao estilo de Vault of Glass, para além de salas Gigantes e muitas delas escuras e provavelmente a luta com o querido pai de Crota, o Taken King, Oryx.

Resta-nos agora esperar para ver, e já não falta assim tanto tempo, dia 15 de Setembro é já ao virar da esquina e prometemos que traremos todos os detalhes assim como live streaming do jogo.

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