Fire Emblem… Jogar ou jogar, eis a questão?

13393940_10154017500432702_3908613783262001220_nQuatro anos depois de Fire Emblem Awakening, os fãs da saga podem rejubilar com o seu regresso, que chegou em exclusivo para a família de consolas Nintendo 3DS em dose tripla, com Fire Emblem Fates a desdobrar-se em três aventuras distintas: Fire Emblem Birthright, Fire Emblem Conquest e Fire Emblem Revelation (disponível via Nintendo eShop e edição especial). O Salão de Jogos já completou as Birthright e Conquest, e eis o veredicto.
Independentemente de jogarem FEB ou FEC, a história começa em Nohr, avança para Hoshido e é aí que decidimos qual das facções escolhemos. Como cada jogo equivale a uma jornada distinta, a verdade é que fazemos essa escolha na loja. Em qualquer uma das opções, há três níveis de dificuldade, e três modos que determinam o quão castigador ou clemente o jogo é
Se em FEB a maior parte das missões tem como objectivo derrotar todos os inimigos ou o boss, em FEC há uma dose extra de desafio – por exemplo, podemos ter de derrotá-los num determinado número de voltas. Além disso, como não há muitas oportunidades de ganhar experiência para lá das batalhas, precisamos de ser mais cautelosos.
Se nunca jogaram Fire Emblem, Birthright é um título perfeito para se habituarem à mecânica de jogo. Se já jogaram e estão à procura de algo mais puxado, escolham o Conquest.

Author Rute Correia
Published
Categories Artigos no METRO
Views 50
Ir para a barra de ferramentas