Mortal Kombat X – LGW Preview

Outro dos jogos que pudemos testar, e este com meio ano de antecedência, no stand da Upload Distribution/Warner Bros. Interactive, foi Mortal Kombat X. A Netherrealm Studios já está farta de comprovar que sabe trabalhar o género, até mesmo quando se aventura no mundo dos super-heróis, como foi o caso de Injustice: Gods Among Us. Para quem já está habituado a esse jogo, por exemplo, vai encontrar mecânicas muito semelhantes, adaptadas a personagens excêntricas como Sub-Zero ou Scorpion ou até à filha de Cage e Sonya. Com Mortal Kombat X voltam as brutalidades, a “visão raio-X” onde se vêm as nossas entranhas, os nossos ossos a partir, a estalar, para não dizer coisas piores.

É claro que as Fatality’s também estão de volta, mas nós sofremos mais do que as conseguimos fazer, para sermos honestos, no entanto as cut-scenes e a brutalidade das mesmas, facilmente colocarão os mais sensíveis, um pouco mal dispostos.

A rapidez dos movimentos, a sua fluidez e o divertimento que o jogo nos ofereceu deixou-nos com aquele sentimento de puto com um brinquedo novo, e realmente Mortal Kombat X coloca qualquer “miúdo” maior de 18 anos, verdadeiramente feliz.

Experimentámos todas as personagens disponíveis nesta demonstração, desde os clássicos Sub-Zero e Scorpion, passando por Cassie Cage (a tal filha de Sonya Blade e Johnny Cage), cujo movimento especial deixará muitos homens a contorcerem-se de dor só de pensarem nessa hipótese. Experimentámos ainda Kano, Ferra/Torr, D’Vorah e Quan-Chi. Kano toda a gente conhece, apesar de levar um retoque na sua imagem e personagem, o raio laser continua a ser a sua arma mais temida e as facas a arte que mais domina, Ferra/Torr é um conjunto de duas personagens, a besta Torr o ser pequeno que sai das suas costas, Ferra, um forma diferente de jogar, com ataques à distância e a brutalidade a virem ao de cima,  D’Vorah, uma estranha mistura entre insecto e mulher, veloz e capaz de controlar outros amigos insectóides e por fim Quan-Chi, o mestre dos portais negros, que pode controlar o adversário com facilidade que quase parece um pupeteer.

O que também vai agradar aos jogadores são os 3 estilos diferentes para cada personagem, ao que percebemos, uma mais defensiva, outra mais ofensiva, e por fim uma mais dedicada aos “poderes especiais” de cada um. Por exemplo com Sub-Zero, podemos criar uma carapaça de gelo para nos protegermos, que caso o nosso adversário lhe toque fica congelado, no estilo mais defensivo, com Kano no estilo ofensivo conseguimos atirar as facas que quisermos, etc.

Os gráficos estão brutais, quase tão brutais como os golpes, devo dizer, a qualidade e fluidez supreenderam-nos, especialmente a 6 meses da sua edição, assim como também nos surpreendeu o detalhe e definição dos vários cenários que experimentámos. Para além disso, podemos continuar a usar o cenário a nosso belo prazer, desde barris passando por atiçar tigres para o nosso adversário levar uma patada, e por aí adiante.

Mortal Kombat X, não se reeinventou para a nova geração, fez tudo bem até a este momento, para ser considerado O beat them up da nova geração.

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