O parkour na palma da mão

metrotiraAo mesmo tempo que a tecnologia foi evoluindo, também o ser humano criou novas formas de abordar o desporto. Se em 1998, ano em que saia Mirror’s Edge, o “parkour” era um fenómeno pouco divulgado, agora temos campeonatos, tryouts, até uma escola em Lisboa chamada “spot Real” ou um campeão do mundo chamado Pedro Salgado. É verdade que as GoPro ajudaram, e muito, a dar uma nova perspectiva, aquela da primeira pessoa a executar algumas técnicas, a mesma que Mirror’s Edge utiliza e refinou no novo Catalyst. É essa dinâmica que nos fascinou no primeiro jogo da Electronic Arts e é a mesma que agora vê a luz do dia na nova geração. Voltamos a ver os mundo pelos olhos de Faith, a viver num ambiente algo etéreo de uma cidade futurística em que a censura continua a ser aplicada, e onde os “runners”, os transportadores de informação, continuam a seguir o caminho da justiça e da liberdade social. Apesar deste pensamento altruísta, Faith terá o seu próprio desafio pela frente, envolvendo a sua família e até a sua própria existência. Preparem-se mais uma vez para correr, saltar, dar cambalhotas, sempre atrás da famosa “linha vermelha” que vos indica o caminho a seguir, na cidade de “Glass”, e desta vez a poder lutar com as vossas próprias mãos. Uma corrida alucinante que faz subir a adrenalina e que só peca por ser curta e por vezes previsível. Vejam o unboxing da edição de coleccionador no nosso site.

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