Ori and the Blind Forest ou o jogo mais bonito do ano.

oriDito isto e tendo aguçado o apetite para lerem o resto da review, fundamentemos isso. Para já explicar a palavra “bonito”. Bonito pode ser uma expressão utilizada apenas e só para dar ênfase ao detalhe gráfico do jogo, algo que é mais do correcto, com camadas e camadas a serem trabalhadas de forma a funcionarem independentemente ao mesmo tempo em que o jogo decorre a 1080p a 60 fps. Mas pode ser também para descrever a história que fundamenta o jogo, basicamente encarnamos Ori, um guardião da luz branca que cai da árvore Spirit e ficou perdido na floresta. Ori é acolhido por uma espécie de urso chamado Naru, que o alimenta e o protege até ao dia em que acontece, algo parecido com um cataclismo e destrói toda a floresta. Naru sem qualquer hipótese de sobreviver, decide dar o último fruto a Ori e morrer com Ori em seus braços na tentativa que ele sobreviva. Um início tocante, onde Naru morre de fome para dar vida a Ori que mas uma vez orfão terá que tentar salvar a floresta por si só. Um universo tocante que nos faz lembrar, nos tempos de hoje, que os mais necessitados são aqueles que dependem de nós. Ori and the Blind Forest é um regalo para qualquer “gamer”. Uma história tocante, uma banda sonora exímia, gráficos lindíssimos e mecânicas apuradas. É tudo o que podemos pedir de um jogo de plataformas elevado à modernidade.

Autor: Pedro Moreira Dias
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Categories Artigos no METRO
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