Bem não sei muito bem como começar a review deste “jogo”. Bem até sei… WTF? Pois não consegui perceber o objectivo, não consegui perceber o que estava ali a fazer, porque razão iria eu querer tirar fotografias ou postais se preferirem, simplesmente não percebi.

Mas depois pensei, não estou a ver isto do ponto de vista certo… Peguei num Xanax e num copo de Whisky e tudo ficou mais claro. Aí senti que estava num jogo conceptual onde a ideia era levar-me a vaguear perante os sentidos, mergulhar na desconfiança, no medo e esperança de encontrar algo ou alguém para que a minha “vida” fizesse sentido. O tempo foi mudando, a chuva, o sol, as folhas a cair, tudo em formato 8-Bits, voltas e voltas a uma ilha que só me fazia pensar que iria aparecer algo tipo “Lost” e seria um óptimo “jogo”, mas nada mais aconteceu. E de repente estamos no fim, sem saber como e porquê, como aquelas bebedeiras de caixão à cova onde só sobra a ressaca. Proteus é isso uma ressaca.

About The Author

Fundador do Site - Salão de Jogos, o Commodore Amiga 500 foi o seu melhor amigo durante décadas e ainda hoje sabe de cor a equipa principal do Benfica do Sensible Soccer 94/95. Nos tempos vagos ainda edita as botas dos jogadores do FIFA e do PES.

Related Posts