Remasterizar ou não remasterizar, eis a questão…

13Este ano de 2014 tem sido particularmente famoso pelas inúmeras remasterizações, especialmente nas consolas da Sony, que tem utilizado até à exaustão esse pretexto para o aumento de catálogo, no entanto há remasterizações que fazem todo o sentido pela sua importância, diria até, histórica, e outras que não fazem sentido algum. Esta questão surgiu com mais algum impacto depois de alguns exemplos recentes, o caso de Final Fantasy VII talvez seja um dos mais gritantes. A verdade é que por mais nostalgia que tenhamos pela obra prima da Square Enix, o jogo pertence ao mundo da primeira PlayStation, os gráficos não vão ser totalmente reformulados ou reestruturados, não vai ser recriado de raiz, logo não parece fazer muito sentido, a não ser comercialmente falando. Não estamos propriamente a falar de Grim Fandango que apenas foi lançado para PC em 1998, ou de um Halo The Masterchief Collection cujos gráficos foram totalmente trabalhados para a nova geração de consolas, ao ponto de até algumas cinemáticas terem sido feitas do zero. Parece-me um caminho pantanoso o da remasterização, sendo que a última que testámos foi o Grand Theft Auto V (GTAV), onde foi até incluída a visão de primeira pessoa que transforma a experiência do jogo em algo completamente diferente e divertido, já para não falar dos gráficos super apurados. Sempre ouvi dizer “quem não trabuca, não manduca…”

Autor: Pedro Moreira Dias

Published
Categories Artigos no METRO
Views 40
Ir para a barra de ferramentas