Um tiro em direção ao futuro

Quanto tempo, o tempo tem?! Uma pergunta sem resposta ou com tantas quanto é possível imaginar. Quantum Break, o exclusivo da Microsoft utilizou como “catch phrase” – Time Is Power– e com toda a razão, é essa problemática que nos vai ser recordada e abordada ao longo de todo o jogo. Encarnamos a pele de Jack Joyce que se vê envolvido numa trama que envolve um amigo seu e o seu irmão, eles que inventaram uma máquina do tempo. No entanto quando se altera os factos nas diferentes timelines, altera-se o curso da história e até da Humanidade. Mas tudo tem o preço, e por mais que se tente mudar o tempo, não se pode fugir ao destino…

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O jogo divide-se em actos e episódios tal como numa peça de teatro, fases onde vamos jogar com a nossa personagem e no final de cada acto teremos um episódio. E quando digo um episódio, é literalmente assistir a um vídeo, com nunca menos de 30 minutos, onde vamos ver o desenrolar da acção. A verdade é que através desta construção de narrativa interactiva e com episódios pelo meio, Quantum Break pode ter “revolucionado” a visão que temos dos videojogos. Claramente sentimos que a ideia da Microsoft e da Remedy é continuar a produzir conteúdos para o jogo, seja através de gameplay, seja com mais episódios. Quantum Break deixou-me com a sensação de “cheio”, tive prazer a jogá-lo, a ver os episódios e a acabá-lo e isso, voltando atrás no tempo ou não, é o que interessa.

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