Uma viagem de cor e de luz

Todos nós conhecemos o jogo “Snake II”. Aquele que nos entretinha nas viagens de comboio, no meu caso no meu Nokia 3310 branco e azul. O conceito desse jogo já vem da década de 70 e podemos dizer que no fundo, é ele a base de inspiração do jogo Hohokum.

Produzido pelos britânicos da Honeyslug em conjunto com a Sony Santa Monica, Hohokum é um mundo de maravilha e cor que pretende fazer exactamente o mesmo “Snake II” fazia, entreter. Neste caso de forma moderna, isto é, com o nível de stress tão elevado em que encontramos a nossa sociedade, Hohokum é muito mais relaxante e cativante. O jogo promete uma viagem quase que sensorial onde nenhum objectivo é apresentado nem explicado.

Simplesmente vamos ter que comandar a nossa “cobra” pelo ecrã procurando algo com que interagir e depois de observar a sua reacção agir e tentar de alguma forma cumprir o seu efeito. No início comandamos a nossa “cobra” e outras tantas se juntam a nós, mas rapidamente se dispersam pelos 15 mundos que vamos ter que visitar para as resgatar.

Esse é o único mote compreensível no jogo com um design fora do comum, uma forma de estar fora do vulgar e que nos entretém horas a fio.

Hohokum não foi feito para ser compreendido, foi para ser jogado sem compromisso, sem o objecto de “fazer platina” ou mostrar aos amigos os troféus que ganharam. Hohokum foi feito para ser apreciado e para viajar o espírito e a mente. E com que facilidade o consegue fazer.

 

Published
Categories Análises
Views 21
Ir para a barra de ferramentas