Tomb of the Bloodletter é um roguelike inovador que transforma a experiência de combate em algo completamente único, centrando-se na digitação. Desenvolvido por Ethan’s Secretions, este jogo desafia os jogadores a utilizarem o seu teclado como um arsenal, onde cada palavra se torna uma possível arma. O jogo será lançado para PC via Steam a 5 de fevereiro de 2026, e já está disponível uma demo para quem deseja experimentar.

Uma das características mais interessantes de Tomb of the Bloodletter é a forma como os Magicks são atribuídos às letras. Cada letra no teclado obedece a regras peculiares, criando uma dinâmica de combate que vai além da simples escolha de palavras. Por exemplo, uma letra pode causar mais dano se utilizada no final de uma palavra, enquanto outra pode restaurar saúde. Isso exige que os jogadores pensem não apenas no que querem escrever, mas também na construção de cada palavra.

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As sessões de jogo são rápidas e intensas, com corridas aleatórias que duram cerca de 30 minutos. O objetivo não é apenas a otimização de builds a longo prazo, mas sim resolver os puzzles que surgem a cada turno. Os jogadores têm acesso completo ao seu teclado, e os Magicks moldam o comportamento das letras, permitindo uma grande variedade de palavras a serem formadas. O sucesso não depende do tamanho do vocabulário, mas sim da combinação tática e do sequenciamento das letras mágicas no momento certo.

Os jogadores assumem o papel de um dos quatro ladrões de túmulos, cada um com habilidades e peculiaridades que alteram as regras do combate. A sobrevivência nunca é garantida, e cada exploração do túmulo traz novos desafios. Os corredores estão repletos de criaturas amaldiçoadas e espectros traiçoeiros, todos com mecânicas únicas que exigem pensamento ágil e jogadas de palavras precisas para serem superadas. À medida que os jogadores avançam, novos Magicks são adquiridos, transformando o teclado num livro de feitiços instável que serve tanto como arma quanto como um risco.

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Nuno Mendes
Completamente obcecado por tudo o que tenha a ver com futebol, é daqueles indesejados que passa mais tempo a editar as tácticas do PES do que a jogar propriamente. Pensa que é artista, mas não conhece as cores primárias, e para piorar, é ligeiramente daltónico. Recusa-se a acreditar que o homem foi à Lua.