Dude, Where Is my Beer?” conseguiu qualificar-se para quinta edição dos Nordic Game Discovery Contest, este é um jogo point-and-click de aventuras à moda antiga, onde o objectivo é encontrar uma cerveja pilsner num mundo confuso de cervejas artesanais desnecessárias e hipsters arrogantes.

O jogador terá de resolver o enigma da misteriosa pilsner perdida, usando uma interface “old school” dos antigos aventura. O dialogo é bastante importante e teremos de falar com hipsters que bebem West Coast IPA e  American Black Ale e resolver quebra-cabeças relacionados com cerveja em diferentes estados de embriaguez. Iremos percorrer diversos locais como um sports bar, uma  pequena cervejaria, uma bar de rock na cidade de Oslo, tudo em busca de uma pilsner.

Dude, Where Is My Beer?” venceu a qualificação do NGDC em Kavalkaden, Noruega, e é um dos Finalistas do NGDC que se realiza em novembro de 2021. O developer Arik Zurabian conta a história do jogo: “Eu moro em Oslo, Noruega, mas há alguns anos atrás eu trabalhava em part time e morava na Costa Rica. Sempre quis fazer um videojogo e agora era a altura certa. Quando criança eu jogava todos os jogos da Sierra e LucasArts, sem nenhum conhecimento de inglês (eu sou Arménio, nascido em Moscovo, Rússia, na altura ainda União Soviética). Comecei a fazer um videojogo satírico sobre Oslo e cerveja artesanal. A certa altura, precisei de um ilustrador e um amigo recomendou que eu contactasse Edo Brenes, um escritor de histórias em quadradinhos da Costa Rica, que morava no Reino Unido na época. Edo também não tinha experiência com videojogos, mas concordou em se juntar ao projecto e trabalhamos online por alguns meses até que a pandemia começou, e ele teve que voltar para seu país de origem”, onde Arik ficou preso devido à pandemia. “Finalmente nos conhecemos pessoalmente, terminamos o jogo e o lançamos no Steam. A óptima banda sonora de David Børke elevou nosso projecto de hobby a um nível profissional”. Ele acrescenta: “Para nós, vencer o concurso Nordic Game Discovery é a prova de que, sem experiência, podemos criar um videojogo decente.”.

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Desde o tempo do seu Spectrum+2 128k que adora informática. Programador de profissão nunca deixou de lado os jogos, louco por RPGs e jogos de futebol. Adora filmes de acção e de ficção científica, mas depois de ver o Matrix nunca mais foi o mesmo.