A nossa contagem decrescente dos melhores jogos do ano continua e hoje é a vez de revelar as escolhas para o 3º lugar de cada um de nós. Recordo que cada elemento do Salão de Jogos escolhe os cinco melhores jogos que analisou ao longo do ano e com isso faz o seu top 5 individual.

Aqui ficam as escolhas de cada um para o respetivo 3º lugar com os links diretos para as respetivas análises:

Élio Salsinha

3º lugarThe Pathless – é um dos jogos mais deslumbrantes que já tive oportunidade de jogar e que todos deviam experimentar, quer tenham sido fãs ou não dos jogos anteriores da Giant Squid. Agarra em elementos de outros jogos inesquecíveis e transforma-os para usar a seu belo prazer. Numa analogia com a realidade obriga-nos a purificar um mundo cada vez mais sombrio e cheio de más intenções. Esta até pode ser a história de uma lenda, mas na realidade, será tornada num jogo de culto para muitos jogadores.

Nuno Mendes

3º lugarDirt 5 – quem gosta de títulos de corridas mais inclinados para o arcade, não vai querer deixar passar a oportunidade de colocar as mãos naquele que é, possivelmente, o melhor título da série. E se a isso juntarmos todos os modos disponíveis, um editor, e um multiplayer local para 4 jogadores, o que mais podíamos querer?

 

Pedro Moreira Dias

3º lugarFuser – é uma maravilha para os meus ouvidos, para uma pessoa que faz rádio e que põe música como eu, é um prazer enorme ter um jogo que me dá a oportunidade, numa altura como esta, de fazer DJ Set’s para a malta cá de casa, para os amigos em formato online. É divertido, é desafiante, tem todas as ferramentas de um DJ e a sua reprodução e mecânica estão perfeitas. A Harmonix volta a conseguir fazer um videojogo musical que será um marco na história dos videojogos. E só não leva 5 porque, apesar das 100 canções disponíveis, provavelmente vamos ter mais, mas em formato micro-transações e isso é de facto uma pena, tal como já tinha acontecido com o Rock Band.

 

Rui Gonçalves

3º lugarAssassin’s Creed Valhalla – conseguiu oferecer o melhor que Origins e Odyssey tinham, ainda acrescentando algumas novidades muito boas, é um jogo que ultrapassa facilmente as 50 horas de jogo, mas que ainda assim não cansa, já que o equilíbrio foi muito bem alcançado pela Ubisoft, e em muitos poucos momentos senti que estava a ser um jogo repetitivo. Se são fãs da franquia vão adorar certamente este Valhalla, se não são, é uma boa oportunidade de voltarem ao mundo de Assassin’s Creed.

Nos próximos dias podem conferir o 1º e 2º lugares dos nossos Tops e podem também recordar as nossas escolhas até agora:

Escolhas para o 5º lugar

Escolhas para o 4º lugar