É mais uma época de reconstrução de um Futebol Clube do Porto que se tenta manter competitivo, depois da saída de jogadores importantes. Otávio e Uribe foram duas das grandes referências da equipa de Sérgio Conceição nos últimos anos, e em especial o português tem sido difícil de substituir dentro do plantel. A temporada pode não ter começado da melhor maneira para o Porto, com a derrota na Supertaça de Portugal, ainda assim, está muito bem encaminhado para garantir um lugar nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, e encontra-se apenas a três pontos da liderança no Campeonato Português.

O modelo de jogo do treinador português é uma das razões pelas quais temos um FCP ambicioso época após época, que embora de tempos a tempos sofra algumas alterações, tanto a sua matriz como a sua identidade são sempre muito vincadas. E num ano em que o título de campeão nunca foi tão importante devido à entrada directa na Champions, não duvidem de que o Porto é um dos mais fortes candidatos a acabar em primeiro.

 

Diogo Costa – Guarda-Redes Líbero (Apoiar)

Wendell – Ala (Atacar)

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Marcano – Defesa Central (Defender)

Pepe – Defesa Central (Defender)

João Mário – Ala (Atacar)

Eustáquio – Médio Área-a-Área (Apoiar)

Varela – Médio Centro (Defender)

Galeno – Extremo (Apoiar)

Pepê – Extremo (Apoiar)

Taremi – Avançado Recuado (Apoiar)

Evanilson – Avançado Trabalhador (Atacar)

 

Com Posse de Bola

Com uma Mentalidade Atacante, a intensidade continua a ser o cartão de visita do Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição. É uma equipa que não demora muito tempo a chegar à frente, e utiliza muito os flancos para desequilibrar através de overlaps. Resulta melhor com espaço, mas o desgaste que causa no adversário vai criando as ocasiões necessárias para tentar ganhar as partidas.

 

Em Transição

Por mais paradoxal que pareça, o Porto é uma equipa muito mais perigosa sem bola, já que obrigam o oponente muitas vezes a errar, de forma a poderem depois aproveitar o erro. São bastante perigosos com espaço e no ataque à profundidade, particularmente quando ganham a bola no meio-campo ofensivo, o que leva a que o adversário raramente se sinta confortável no jogo.

 

Sem Posse de Bola

A pressão alta é uma das características no modelo de jogo do técnico portista, e tem vindo a ser aperfeiçoada ao longo dos anos, estando cada vez mais afinada. Há uma boa coordenação entre a primeira e a segunda linha de pressão, sendo extremamente difícil para o adversário construir com qualidade.

 

Notas:

– Muitos avançados de qualidade

– Funciona bem contra todo o tipo de adversários

– Fazer uma boa rotação do plantel é fundamental

 

Em todos estes anos de Sérgio Conceição no Porto, já teve boas fases e más fases, mas a uma coisa já nos habituou, estará pronto para lutar por títulos até ao fim. E esta época, tendo de inventar novamente soluções, já mostrou que o Porto continua a ser ultra competitivo.

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