Desde a ascensão recente do Arsenal e do Liverpool que normalmente comete-se o erro de subestimar Pep Guardiola e o seu Manchester City, no entanto, é uma equipa que já nos habituou que em termos de consistência, tem a regularidade de poucas equipas na Europa. Este ano não é diferente, e se já muitos viam o Arsenal como provável campeão, basta olhar para a classificação e perceber que Manchester City está a meros 4 pontos da liderança e continuam com fome de títulos.
Mentalidade: Positiva
Formação Com Bola: 4-3-3
Formação Sem Bola: 4-3-3
Com a enorme mudança do motor de jogo no Football Manager 26, a forma como se constroem as táticas mudou substancialmente, obrigando o jogador a pensar separadamente os posicionamentos e comportamentos com bola e sem bola. É uma novidade que na minha opinião já fazia sentido há muito tempo, e que felizmente chegou na edição deste ano. Como tal, será assim que exemplificaremos a tática em questão, não só em termos de sistemas e tarefas, mas também, mais à frente, nas Instruções à Equipa.
Nota: No caso das Instruções à Equipa, basta seguir os nomes e os símbolos representados nas imagens, uma vez que cada um representa uma instrução específica.
Posições (Com Posse de Bola/Sem Posse de Bola)
Donnarumma (Guarda-Redes/Guarda-Redes)
O’reilly (Ala/Lateral Trabalhador)
Gvardiol (Defesa Central/Defesa Central)
Rúben Dias (Defesa Central/Defesa Central)
Matheus Nunes (Ala/Lateral Trabalhador)
Rodri (Construtor de Jogo Recuado/Médio Defensivo)
Reijnders (Médio Entrelinhas/Médio Trabalhador)
Bernardo Silva (Médio De Construção/Médio Trabalhador)
Foden (Avançado Interior/Extremo)
Haaland (Avançado/Avançado)
Cherki (Avançado Interior/Extremo)
Instruções à Equipa (Com Bola)
Guardiola cortou definitivamente com os três defesas, e voltou ao 4-3-3. Houve várias mudanças no último ano, mas a mais relevante foi mesmo o retorno às origens. Pep sabia que o City precisava de voltar a equipa intensa e dominadora a que nos habituou no passado, e parece que os seus jogadores se sentem mais confortáveis assim. A prova está nos resultados, e em alguns momentos de forma de jogadores como Haaland, Bernardo Silva, Foden e Cherki, que têm oferecido a criatividade e eficácia de que a equipa tanto precisava.
Instruções à Equipa (Sem Bola)
O futebol mudou nos últimos tempos, e Guardiola sabe isso melhor do que ninguém. Hoje é muito mais difícil controlar jogos, e por esse motivo a transição defensiva ganhou ainda um peso maior. O treinador espanhol tem vindo a adaptar-se a essa nova realidade, e esta época tem mostrado isso mesmo, com um Manchester City muito mais estável e competente no momento defensivo. Continuam com uma pressão que tenta sempre ser sufocante, mas agora muito mais calculista e ciente que nem sempre dá para conquistar a bola no meio-campo adversário.
Notas:
– Ataque posicional de qualidade
– Enorme capacidade em posse
– Pressão alta coordenada
Diria que, pela experiência de Guardiola e dos seus jogadores, só um Arsenal muito forte mentalmente acabará este campeonato em primeiro lugar. É uma equipa que está habituada a estas andanças, e que ganha especialmente força quando percebe que o adversário começa a duvidar de si mesmo.







