A editora Acclaim, em parceria com o estúdio independente sueco Elden Pixels, acaba de anunciar que The Prisoning: Fletcher’s Quest será lançado na Nintendo Switch e Steam a 10 de fevereiro de 2026. Esta nova proposta promete levar os jogadores a uma viagem intensa e emocional pela mente de um desenvolvedor que luta contra o esgotamento.

Criado pela mesma equipa que nos trouxe Alwa’s Legacy e A Void Hope, The Prisoning coloca os jogadores na pele de Fletcher Howie Jr., um desenvolvedor que se encontra à beira de um colapso nervoso durante os estágios finais de um projeto colossal. Após uma sessão de terapia que correu mal, Fletcher é aprisionado no seu subconsciente, onde terá de enfrentar os seus medos e ansiedades numa aventura metroidvania que mistura humor e tensão.

Publicidade - Continue a ler a seguir

 

 

Para assinalar o anúncio da data de lançamento, a Acclaim disponibilizou um novo trailer de jogabilidade que promete deixar os fãs entusiasmados. No vídeo, é possível ver Fletcher a navegar por um labirinto repleto de perigos, a enfrentar bosses imponentes e a lidar com a sua bagagem emocional de formas surpreendentes e divertidas.

The Prisoning: Fletcher’s Quest não é apenas uma história de superação, mas também uma experiência com diversas mecânicas de jogo que incluem upgrades, armas e inimigos variados. A narrativa é inspirada em eventos reais, o que torna a jornada de Fletcher ainda mais ressonante e autêntica.

Os jogadores que desejam explorar a mente deste desenvolvedor esgotado podem já começar a preparar-se para uma aventura única e cheia de desafios. O jogo promete uma combinação de jogabilidade sólida, uma banda sonora nostalgicamente cativante e uma estética em pixel art que vai deliciar os fãs do género.

The Prisoning: Fletcher’s Quest será lançado a 10 de fevereiro de 2026 para PC (Steam) e Nintendo Switch.

Artigo anteriorArknights: Endfield Ultrapassa 35 Milhões de Pré-Registos
Nuno Mendes
Completamente obcecado por tudo o que tenha a ver com futebol, é daqueles indesejados que passa mais tempo a editar as tácticas do PES do que a jogar propriamente. Pensa que é artista, mas não conhece as cores primárias, e para piorar, é ligeiramente daltónico. Recusa-se a acreditar que o homem foi à Lua.