Hoje trazemos o nosso unboxing e análise ao Razer Deathadder V2 Pro.

Razer acaba por aperfeiçoar aquilo que já tinha feito na versão normal do Deathadder, introduzindo neste V2 Pro algumas novidades e melhorias, com o maior destaque a ir, é claro, para as 3 maneiras de o utilizarmos, isto é, uma por cabo USB com a porta micro-USB e duas sem fios.

Nas laterais, concava do lado esquerdo e convexa do lado direito, contam com um padrão aborrachado para garantir o máximo de aderência, num rato com bateria interna, e bastante leve, pesando apenas 88 gramas.

O tempo de vida útil atinge quase 70 horas de utilização em ligação Hyperspeed, o que requer o uso de uma pequena pen USB, escondida no corpo do rato, que utiliza uma ligação sem fios exclusiva que, segundo a Razer, garante 25% mais estabilidade de ligação e o mínimo de latência possível, oferecendo uma experiência muito semelhante à da ligação por cabo.

Já por Bluetooth, esta solução torna-se universal e faz com que o Deathadder V2 Pro possa ser ligado com facilidade a qualquer dispositivo, sem recurso a pens.
A nível de botões, contamos com dois na lateral esquerda que podem ser personalizados; dois na parte superior que, por defeito, servem para alterar a precisão (DPI); e uma roda muito satisfatória, também ela com padrão aderente.
Para quem já está habituado ao software Synapse da Razer, toda a personalização pode ser feita nele de forma fácil, com diferentes perfis para os botões de acesso rápido e, claro, para a personalização visual com a iluminação Chroma RGB, que aqui ilumina apenas o logótipo da Razer no seu corpo.
Razer DeathAdder V2 Pro diria que roça a perfeição naquilo que eram os aspectos negativos da primeira versão, não é um mouse barato, estamos a falar de cerca de 150 euros e tem um senão, a não inclusão da Mouse Dock para carregamento facilitado, com o qual o rato é compatível, que não vem incluído no pacote.
Artigo anteriorAnálise: NBA 2K21 Next-Gen
Próximo artigoRoadmap do mês de março para Hitman III
Fundador do Site - Salão de Jogos, o Commodore Amiga 500 foi o seu melhor amigo durante décadas e ainda hoje sabe de cor a equipa principal do Benfica do Sensible Soccer 94/95. Nos tempos vagos ainda edita as botas dos jogadores do FIFA e do PES.