Yami Kids foi oficialmente confirmado para a Nintendo Switch com lançamento previsto para 2026 e promete fugir dos caminhos mais tradicionais dos jogos de coleta de monstros. Financiado com sucesso no Kickstarter, o projeto aposta numa abordagem mais madura, tanto na temática quanto nas mecânicas, combinando uma estética retro com uma narrativa carregada de drama e tensão.

A história gira em torno da família Yami e de uma organização misteriosa que passa a persegui-la, dando início a uma jornada marcada por perda, vingança e relações familiares difíceis. Em vez de um tom leve e aventureiro, o jogo aposta em uma atmosfera densa, reforçada por eventos trágicos e decisões que afetam diretamente o rumo da narrativa.

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Na jogabilidade, Yami Kids traz batalhas por turnos, além de mais de 80 criaturas conhecidas como Oni para coletar e treinar. Um dos destaques é o sistema de ciclos de dia e noite, que influencia diretamente o mundo e desbloqueia os chamados “Duelos das Sombras”, combates noturnos especiais onde as consequências são permanentes e erros podem custar caro.

O jogo também oferece um modo opcional inspirado nas regras Nuzlocke, em que a derrota significa a morte definitiva dos monstros. Caso o jogador seja vencido, a aventura não termina imediatamente: o protagonista é enviado ao Submundo, uma área alternativa onde é possível realizar atividades específicas, firmar acordos e lutar por uma segunda chance de regressar ao mundo dos vivos.

Com essa combinação de mecânicas punitivas, narrativa séria e identidade visual nostálgica, Yami Kids procura se destacar dentro de um género bastante concorrido. Um trailer já foi divulgado, dando uma primeira amostra do clima sombrio e das ideias ambiciosas do projeto, que promete uma experiência bem diferente do habitual quando chegar ao Switch.

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Nuno Mendes
Completamente obcecado por tudo o que tenha a ver com futebol, é daqueles indesejados que passa mais tempo a editar as tácticas do PES do que a jogar propriamente. Pensa que é artista, mas não conhece as cores primárias, e para piorar, é ligeiramente daltónico. Recusa-se a acreditar que o homem foi à Lua.